Fã Clube - Maiores explicações

 

Bom atendendo a pedidos voltei para explicar melhor como que vai ser o fã clube.

Primeiramente foi uma maneira que encontramos para nos aproximar e homenagear ainda mais o casal.

Ele vai funcionar nas seguintes etapas:

 

1ª) adesão dos membros – logo abaixo, deixarei uma Ficha, pra que vocês a preencham e mandem para:
naan_moreira@hotmail.com

2ª) Depois de uma semana de divulgação vamos criar um chat.

3°)Enviaremos um email para cada membro confirmando o dados e o numero da inscrição e com informações sobre o chat

4°)Através do twitter que criamos para o blog, vamos informar o William sobre o fã clube!

 

Bom mas para que tudo isso aconteça é necessário que vocês divulguem, não só aqui, mas em todos os blogs que vocês conheçam, até porque o fã clube é do casal e não do blog.

 

Segue abaixo o modelo de fixa que deverá ser enviado para meu email:

 

Nome Completo:
Cidade onde mora:
Idade:
Como foi que você se tornou fã do casal:

 

E mandar uma foto sua de rosto [Sem montagem, molduras efeitos] não estamos olhando beleza ok?!

 

 

Lembrando que vocês vão mandar o email pro naan_moreira@hotmail.com com a ficha, mas é necessário adicionar a Ana (aniinhaa.s@hotmail.com )no MSN.

 

Beeijos, eu estou on o dia inteiro qualquer dúvida deixem aqui nos coment’s que eu ou Aninha responderemos.

 

:: Postado por Elinan às 10h38
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Bom gente é isso mesmo que está na escrito nessa foto linda! Estamos criando um Fã Clube para o casal. Isso é mais uma forma de tentar nos aproximarmos deles.!

E claro não precisamos nem dizer que só depende de vocês pra dar certo! Eu e Ana só demos o ponta pé inicial.

É claro que temos algumas regrinhas que precisam ser seguidas. Até mesmo para manter a ordem.

Qualquer dúvida deixe sua pergunta aqui. Estamos deixando nosso msn.

Ana Lúcia: aniinhaa.s@hotmail.com

Elinan: naan_moreira@hotmail.com

Regras Básica:

 

É necessário nome completo e email no HOTMAIL [ o nome nós vamos indicar aqui email só se a pessoa autorizar]

Tem que ser ativo no blog

Tem que ser uma pessoa suficiente madura para conversar com pessoas de diversos lugares sem criar tititi

E claro né gente: TEM QUE SER FÃ DO CASAL!

Beijos..! E ajudem a divulgar nossa idéia!

:: Postado por Ninha às 13h45
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Saiba mais sobre William Bonner em um bate papo com o homem por trás da bancada do JN

RIO - William Bonner também sabe ser informal, principalmente quando está rodeado de estudantes de Jornalismo. Prova disso é esta entrevista. Meio em tom de confissão, o apresentador e editor-chefe do JN diz coisas como: "O dia da minha substituição vai ser um choque", ou "Parei de trabalhar de jeans e tênis". Bonner, que acaba de lançar o livro "Jornal Nacional - Modo de fazer", foi generoso. Conversou por quase duas horas com Fabiana Paiva, Guilherme Amado e Rafael Oliveira e foi fotografado por Fernando Frazão, estagiários do GLOBO. Entre os assuntos, vida pessoal, trabalho e jornalismo. 

 

Como você lida com as críticas de que o Jornal Nacional trata os temas de maneira superficial?

WILLIAM BONNER: Um telejornal como o JN tem de 31 a 33 minutos líquidos e ali deve caber tudo o que de mais importante aconteceu no Brasil e no mundo. Portanto, é da natureza do telejornalismo ser superficial. Acredito que podemos despertar interesse no espectador por um assunto relevante e, a partir daí, ele poderá buscar mais informações em outros meios.

Já teve a sensação de que o JN falhou?

BONNER: Diversas vezes. Se fizesse um balanço dos dez anos na chefia do JN, já não lembraria de quando disse que uma edição ficou sensacional. Devo ter dito isso apenas dez vezes.

O jornalismo é um dos cursos mais procurados nos vestibulares. Por que há tanta gente querendo ser jornalista no Brasil?

BONNER: A maioria quer aparecer na televisão. Eles glamourizam demais. Muita gente se espelha nos apresentadores, mas veja quantas pessoas fizeram isso em 40 anos do JN. Se amanhã eu for demitido, vai abrir uma vaguinha só.

O que achou do fim da exigência do diploma de jornalismo?

BONNER: Sempre achei a exigência uma bobagem. Continuaremos buscando os contratados da Rede Globo nos cursos de Jornalismo. Mas o mais importante nisso tudo é a oportunidade histórica de os cursos serem totalmente reformulados. É inconcebível que você passe quatro anos dentro de uma universidade e saia de lá sem condições de assumir uma vaga no mercado de trabalho.

Que mudanças sugere?

BONNER: Grande parte das faculdades de Jornalismo, sobretudo as públicas, se preocupam mais em fazer uma doutrinação ideológica de esquerda do que formar profissionais. A universidade deveria apresentar um cenário plural e não maniqueísta. Além disso, há duas áreas desprezadas pelos cursos de jornalismo: português e história.

Você e a Fátima têm um casamento público. As pessoas param vocês na rua para dar pitaco, falar sobre os trigêmeos?

BONNER: As pessoas perguntam sobre nossos filhos e realmente nos veem na rua como um casal. Mas aqui dentro somos uma dupla profissional. Eu pouco falo com a Fátima e o que falo é estritamente sobre trabalho.

Foram vocês que estabeleceram isso?

BONNER: Nós nos impusemos isso num primeiro momento. Foi uma decisão para evitar traumas. É óbvio que vez ou outra ela entra na minha sala para falar de alguma coisa que diga respeito à nossa vida, mas isso não é feito publicamente.

Você já pensou em como será o dia em que você e a Fátima tiverem que ser substituídos?

BONNER: Vai ser um choque, mas não podemos nos apegar ao cargo. Gostaria que essa decisão partisse de mim e não da empresa. Mas uma coisa eu aposto: quem vier para o meu lugar com certeza será muito melhor do que eu, pois terá que fazer mais do que apresentar e editar o jornal no ar.

 

" O dia da minha substituição vai ser um choque "

 

Durante a conversa você aparenta preocupação em separar o homem William da figura do apresentador do JN.

BONNER: Isso é uma coisa interessante à beça, pois por muitos anos o meu padrão de vestimenta era norteado por essa necessidade de mostrar para mim mesmo que sou diferente do apresentador. Mas hoje não tenho mais isso. E sabe por quê? Porque eu estou com 46 anos. Foi do começo do ano para cá que isso mudou. Eu usava jeans e vinha trabalhar de tênis. Aí, chegava o cônsul de não-sei-das-quantas e eu estava ridículo. Parei com isso. Tenho usado terno completo todos os dias. Desencuquei.

Como chegou até a Globo?

BONNER: A minha carreira se desenhou muito por acaso. Trabalhei como redator publicitário até virar locutor na Rádio USP. Fui parar na TV também por acaso porque tinha amigas do curso de Jornalismo que trabalhavam na Bandeirantes e me pediram para fazer a voz de um telejornal local. De novo por acaso, o apresentador saiu e tiveram a ideia de que eu apresentasse o noticiário. Aí, por acaso, eu precisei fazer um curso técnico de radialismo, mas ele era no horário do tal telejornal. Para que eu pudesse fazer o curso, me transferiram para o "Jornal de Amanhã", um noticiário de rede. E também foi por acaso que o Boni estava comendo macarrão com a mulher e ela, ao olhar para a TV, perguntou: "Vocês não estão procurando um apresentador para São Paulo?". No dia seguinte, o Boni mando um recado para a direção da Globo: "Achem o cara do jornal da noite da Bandeirantes".

 

Você acredita em destino?

BONNER: Eu acredito em perseverança e talento, mas acredito também em sorte. Se não acreditasse em sorte, eu seria injusto. Se tivesse demorado um mês a mais para fazer o curso de radialismo, não teria ido para o jornal de rede. E, na noite em que o Boni estava jantando, eu não estaria no ar. Quem estaria apresentando seria um cara chamado Rafael Moreno. Eu não sei onde estaria agora.

 FONTE: http://oglobo.globo.com/educacao/mat/2009/09/21/saiba-mais-sobre-william-bonner-em-um-bate-papo-com-homem-por-tras-da-bancada-do-jn-767711181.asp

:: Postado por Ninha às 22h25
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Fátima no PAPO X

Para quem não pode ver ta ai

Beijo =*

FONTE: http://video.globo.com/Videos/Player/Entretenimento/0,,GIM1126840-7822-FATIMA+BERNARDES+E+A+CONVIDADA+DO+PAPO+X+DESTE+SABADO,00.html

:: Postado por Ninha às 00h07
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Quiz dos bastidores com William Bonner e Fátima Bernardes

 

FONTE: http://video.globo.com/Videos/Player/Entretenimento/0,,GIM1126461-7822-QUIZ+DOS+BASTIDORES+COM+FATIMA+BERNARDES+E+WILLIAM+BONNER,00.html

:: Postado por Ninha às 17h22
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Trechos exclusivos e inéditos do Papo X com Fátima Bernardes!

É isso aí quem ta curioso para saber como foi!

Beeijos e comentem.

Fonte: http://video.globo.com/Videos/Player/Entretenimento/0,,GIM1126138-7822-TRECHOS+EXCLUSIVOS+E+INEDITOS+DO+PAPO+X+COM+FATIMA+BERNARDES,00.html

:: Postado por Elinan às 11h33
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DECLARAÇÃO DO WILLIAM PARA FÁTIMA *--*

:: Postado por Ninha às 19h52
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ANIVERSÁRIO DA MUSA DO JORNALISMO!! ;D

 

 

Fátima Bernardes,

como disse a Nan ai embaixo ela é:

mulher, esposa, mãe, filha, dona de casa e é também de um profissionalismo inigualável,

não precisa nem ser fã para saber que ela é uma das melhores jornalista QUE EXISTE

e por ser tudo isso é que ela ja se tornou um ícone não só como jornalista mas também

como MULHER...!

Paaaarabéns Fátima, você merece tudo de bom..!

 

:: Postado por Ninha às 15h59
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Aniversário da nossa MUSA..!

Fátima Bernardes:

Mãe, mulher, esposa ...

Dona de um talento inestimável, exemplo para todas as mulheres. Afinal não é fácil ser mãe de trigêmeos, estar casada a quase 20 anos e ainda aparecer mais tempo no horário nobre que a protagonista da novela das 21:00.

É claro que se ficarmos por aqui falando dela jamais iríamos terminar. Portanto não vou me estender muiito.

Separei algumas fotos dela e no final irei fazer um convite a cada um de vocês. Espero que “comprem a idéia”

 


 

Bem por enquanto é isso! Espero que gostem!

Beeijos

:: Postado por Elinan às 13h27
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Fátima no Tv Xuxa

Bom gente é isso!

E sábado a partir das 10:30 tem mais!

 

Beeijos

:: Postado por Elinan às 10h10
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Casal no Faustão =)

:: Postado por Ninha às 19h05
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Casal nos bastidores do Domingão do Faustão!

:: Postado por Ninha às 21h02
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Fatima e William no altas horas!

Para quem não viu., ou quer ver de novo!

 

Fontes: http://www.youtube.com/watch?v=hvgIw0r2ubc

http://www.youtube.com/watch?v=O3thEeCpsQc

Ps.: é hoje hein? Casal no faustão! Mandem suas perguntas!

 

Beijos e boom domingo!

:: Postado por Elinan às 10h48
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Passeio em família!

Fátima Bernardes e William Bonner levam filhos ao shopping!


Fátima Bernardes e William Bonner aproveitaram o sábado (12) para levar os três filhos Laura, Beatriz e Vinícius, para passear. A família foi clicada passeando pelos corredores de um shopping da Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro.

 

 

 

FONTES:

http://ego.globo.com/Gente/Noticias/0,,MUL1302297-9798,00-FATIMA+BERNARDES+E+WILLIAM+BONNER+LEVAM+OS+FILHOS+AO+SHOPPING.html

http://ofuxico.terra.com.br/materia/noticia/2009/09/12/fatima-bernardes-e-william-bonner-passeiam-com-os-filhos-122051.htm

http://revistaquem.globo.com/Revista/Quem/0,,EMI92822-9531,00-FATIMA+BERNARDES+E+WILLIAM+BONNER+LEVAM+FILHOS+AO+SHOPPING.html

 

:: Postado por Ninha às 19h21
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Fátima Bernardes participa da abertura da Bienal do Livro no Rio

Fátima Bernardes participou da abertura oficial da Bienal do Livro do Rio de Janeiro nesta quinta-feira (10). Ao lado do jornalista Edney Silvestre, a apresentadora do “Jornal Nacional” fez um discurso para marcar o início do evento.

Ps¹.: Assim que sair alguma foto ou eu ou uma das meninas postamos!

Ps².: Fata liinda como sempre.

Ps³.: Se encontrarem alguma foto diferente deixem o link nos comentários que alguem posta!

Fonte: http://revistaquem.globo.com/Revista/Quem/0,,EMI92405-9531,00-FATIMA+BERNARDES+PARTICIPA+DA+ABERTURA+DA+BIENAL+DO+LIVRO+NO+RIO.html

Beijos Riso

 

 

:: Postado por Elinan às 14h59
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Contatos com William no twitter!

Outro dia fiz a seguinte pergunta ao William via twitter:

E obtive como resposta:

Hoje (07/09), formulei uma perguna para ele novamente porém desta  vem que enviu foi minha amiiga Amanda [sexteto forever]

E novamente ele nos respondeu:

 

 

 

:: Postado por Elinan às 22h05
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O HOMEM do telejornal!!

Por Karina Padial e Luiz Gustavo Pacete/Redação Revista IMPRENSA

O "Jornal Nacional" aderiu à ideia de que a vida recomeça aos 40 anos. Para comemorar, mudou a bancada, colocou um novo telão para vinhetas, trocou o globo tridimensional do cenário e trouxe alguns apetrechos tecnológicos.

Apesar da roupagem "moderninha" ele tem, no fundo, o mesmo espírito familiar do telejornal nascido em 1º de setembro de 1969. Este foi o ponto em comum destacado tanto pelo antigo (e primeiro) apresentador, Cid Moreira, como pelo atual, William Bonner, que também faz as vezes de editor-chefe do JN.

Ambos fontes da matéria de capa da edição 249 da revista IMPRENSA (setembro/2009), reforçaram a enorme influência que o telejornal representa e representou dentro no cotidiano de diversas gerações de brasileiros, criando um mito televisivo que faz milhões de pessoas responderem ao "boa noite" que, risonho e confidente, é dito há 40 anos do outro lado da bancada.

Na edição impressa de IMPRENSA, além da entrevista de Moreira e Bonner, há exemplos do trabalho diário com as afiliadas, uma análise sobre a influência que o formato trouxe aos outros telejornais de TV aberta, uma pesquisa exclusiva sobre a repercussão que o "JN" e seus concorrentes geraram na mídia impressa em 2009 e textos inéditos de Eugênio Bucci e Laurindo Leal Filho, respectivamente a favor e contra o famoso telejornal, além de depoimentos de jornalistas como Gabriel Priolli e Luiz Gonzaga Mineiro.

Confira abaixo, na íntegra, a entrevista que Bonner concedeu à IMPRENSA:

REVISTA IMPRENSA - Em que circunstâncias você assumiu o "Jornal Nacional"? Em que ano isso aconteceu?

William Bonner
- Em 1999, logo depois do trigésimo aniversário do "Jornal Nacional", o então diretor da Central Globo de Jornalismo, Evandro Carlos de Andrade, nomeou o jornalista Mário Marona para chefiar o jornalismo da TV Globo em Brasília. E me pediu que ocupasse a chefia do JN interinamente, até que outro jornalista assumisse o cargo. Acabei sendo efetivado algumas semanas depois, em meados de outubro.
 
IMPRENSA -Nessa época, quais mudanças implantou no telejornal?

WB -
O JN não é um produto subordinado a preferências pessoais de editores. Mudanças não são promovidas de forma autocrática. As modificações que introduzimos paulatinamente no JN foram sempre discutidas com a direção do Jornalismo da Globo. Houve algumas poucas modificações que eu poderia lembrar, de ordem técnica. Notas curtas foram pulverizadas ao longo do jornal em momentos em que o contexto lhes era mais adequado, em vez de serem agrupadas numa única edição em sequência. Assim, além de desobrigar os apresentadores a interromper seu trabalho editorial, na redação do JN, para gravar textos (que passaram a ser lidos ao vivo), essas notas alteraram o ritmo da apresentação do noticiário. E permitiram que o espectador recebesse informações dentro de seus contextos. Isso costuma ajudar a compreensão daquilo que é publicado. Séries especiais de reportagens sobre temas complexos já existiam no JN, mas tornaram-se mais frequentes. Houve também as entrevistas nas bancadas, com personalidades que são notícia, e especialmente com os candidatos a presidente, em 2002. O JN foi o primeiro a adotá-las. A cobertura político-eleitoral se intensificou. Tudo isso, como eu disse antes, em decisões conjuntas.
 
IMPRENSA - O JN mantém, depois de 40 anos, muito de seu formato original. É, talvez, o único programa que está no ar há tanto tempo sem que seu formato tivesse sido alterado consideravelmente. A que se deve isso?

WB - Discordo. O JN, em 2009, é muito diferente daquele feito em 1969. A começar pela linguagem. Nosso texto, hoje, é muito mais próximo do falar das pessoas do que há 40 anos, quando respeitava um formato mais parecido com o texto dos noticiários de rádio. O JN utiliza participações "ao vivo" de seus repórteres de forma muito mais frequente - e essas participações são, hoje, muito mais uma conversa entre os jornalistas sobre as notícias. Temos também, como disse, entrevistas ao vivo, feitas pelos apresentadores. E fazemos o mesmo quando o entrevistado está em outra cidade, outro país. Além disso, o JN deixa o estúdio para ser apresentado de perto de onde se deram os fatos. Não apenas em tragédias como as mortes na chuva de Blumenau, por exemplo, como a eleição presidencial americana, a morte do Papa, as Copas do Mundo. Visualmente, o formato do JN mudou muitíssimo, também. Deixamos o estúdio asséptico e montamos o cenário do "Jornal Nacional" no ambiente da redação. Uma tendência que a concorrência tenta imitar de forma constrangedora.
 
IMPRENSA - Quais as características do JN que, ao longo desses anos sob o seu comando, você fez questão de manter?

WB - Não se trata de "fazer questão" de manter. Trata-se de entender que ninguém é mais importante do que o próprio JN. Ele é um patrimônio dos cidadãos brasileiros. É no "Jornal Nacional" que as pessoas buscam informação sempre que algo grandioso acontece. Os números de audiência atestam isso. E o hábito brasileiro de buscar informações no JN deve-se ao fato de as pessoas saberem que podem confiar no nosso trabalho. O compromisso assumido por todos nós é o de mostrar aquilo que de mais importante aconteceu no dia com isenção, correção, pluralidade e clareza. Nosso esforço diário é esse, em respeito ao público e ao nosso compromisso com ele. E esse compromisso nós herdamos de todos os profissionais que nos antecederam nos cargos. Foram muitos, em quarenta anos.
 
IMPRENSA - Existe hoje, uma grande discussão sobre o perfil do telespectador brasileiro. Na sua opinião, ele realmente mudou?

WB -
Não vejo propriamente uma mudança de perfil específica do público telespectador. Há, sim, transformações na sociedade brasileira - e isso é muito bom. Porque, nessas quatro décadas, as taxas de analfabetismo diminuíram, o tempo médio de permanência na escola aumentou, a democracia brasileira renasceu e se consolidou, a nossa economia venceu um desafio que gerações de brasileiros talvez nem acreditassem que um dia seria possível vencer. Somos, hoje, um país com muitos problemas para resolver. A educação ainda é falha, a saúde pública idem, o saneamento básico, a segurança pública. Mas somos um país muito melhor do que o Brasil de 1969 em praticamente todos os quesitos. Assim, não há como imaginar que as pessoas não se modificassem, ao sabor de tanta mudança. Mas isso não é um fenômeno de telespectadores. É um fenômeno de cidadãos.
 
IMPRENSA - Você percebe haver um declínio - mesmo que sutil - na relevância do veículo televisivo como fonte de informação e entretenimento?

WB - Existe, hoje, uma oferta muito maior de informação do que há 40 anos, mas fundamentalmente por conta da internet. Porque os jornais eram muito fortes, assim como as rádios. Naquela época, a televisão não estava presente em todos os domicílios do Brasil. Só para citar um dado, em 1989, vinte anos atrás, segundo o IBGE, apenas cerca de 70% dos domicílios tinham TV. Há quarenta anos, a penetração era ainda menor, embora não haja dados. Hoje, esse número chega 95%. Portanto, a televisão era forte, mas não tinha a penetração que tem hoje e sofria a concorrência de rádio e jornais. Hoje, a televisão tem penetração enorme e sofre a concorrência da internet, num momento em que jornais impressos e rádios perderam força. Não estou dizendo que são elas por elas, mas é um mito achar que no passado remoto a TV não tinha concorrência. A TV sempre teve concorrência e isso é ótimo. Fontes plurais de informação permitem desenvolver o espírito crítico das pessoas. E obrigam essas mesmas fontes de informação a se qualificar. Porque não adianta ouvir uma informação de alguém em quem não se confie. Por isso, mesmo com a multiplicação de oferta de fontes de notícias, é natural que as pessoas selecionem em quais ela deve confiar. Além do mais, a televisão aberta é gratuita. Num mundo em que informação é um bem ainda mais precioso, no dia-a-dia, a televisão aberta é a possibilidade de se informar, ainda que de maneira menos aprofundada do que na leitura de jornais. Mas nós, no "Jornal Nacional", não temos a menor pretensão de substituir os jornais impressos. O que nós pretendemos, todas as noites, é antecipar, aos brasileiros, aquilo que os principais jornais brasileiros destacarão em suas primeiras páginas no dia seguinte. Se nós fizermos isso - e despertarmos no telespectador o desejo de se aprofundar naqueles assuntos lendo os jornais, por exemplo - teremos cumprido nosso papel. E a TV aberta ainda representa o principal contato da maioria dos brasileiros com informações que tenham origem além dos limites da rua em que moram. Esse papel ainda não mudou. Nos últimos três meses, o share do "Jornal Nacional", nas principais capitais brasileiras, é de 60%, um número altíssimo, como no passado. E na era do controle remoto. Ou seja, se as pessoas nos veem é por escolha delas, porque confiam no que relatamos. Isso é motivo de alegria. [continua(...)]

 

:: Postado por Ninha às 21h54
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(continuando)

(...) IMPRENSA - As emissoras concorrentes têm copiado o mesmo modelo do JN, inclusive os logos, a bancada, o painel de fundo. Como lidar com jornais tão parecidos?

WB -
O JN tem 40 anos de existência  e é natural que haja tentativas de copiá-lo - embora algumas me pareçam constrangedoras. Mas é preciso ter consciência de que o sucesso do "Jornal Nacional" é resultado da construção de uma estrutura muito bem montada. Uma rede de emissoras afiliadas, com suas equipes de jornalistas, colocam o JN virtualmente em cada metro quadrado do Brasil. Isso permite que nós cheguemos primeiro ao local onde se deu um fato importante. Nos grandes centros, é questão de minutos. Nos rincões mais isolados da Amazônia, é questão de horas. É mais fácil copiar um cenário e tentar imitar um formato do que montar uma estrutura assim. O JN é produto dessa estrutura - e dos talentos que a Globo conseguiu formar ou arregimentar nesses 40 anos.
 
IMPRENSA - Na comparação histórica, o JN tem perdido audiência. Os dados que apontam essa queda são significativos para você?

WB -
Os números que já dei mostram que a audiência do JN é altíssima. A Direção Geral de Jornalismo e Esportes e a Central Globo de Jornalismo cobram do JN a isenção, a correção, a pluralidade e a clareza do material jornalístico que publicamos. Porque se nós afrouxássemos esses critérios, perderíamos importância. E, com ela, a audiência. O que faz do JN o telejornal de maior audiência do Brasil (e uma das maiores do mundo) é que as pessoas podem não saber o que vão encontrar lá. Mas elas têm certeza daquilo que não vão encontrar de jeito nenhum: sensacionalismo, não verão nenhuma apelação, não serão desrespeitadas, não serão traídas em sua confiança. E quando assuntos de grande relevância e impacto dominam as conversas dos brasileiros, é no JN que eles se ligam, à noite, a despeito de toda a oferta e de toda a concorrência. Acho que nada atesta com mais precisão o valor que o JN tem para o Brasil.
 
IMPRENSA - Como é trabalhar ao lado de Fátima Bernardes? É claro que vocês já se acostumaram, mas no começo não houve conflitos?
 
WB - Trabalhar com Fátima é uma honra. Uma profissional que construiu reputação de competência e seriedade numa carreira muito bonita em jornalismo. Não temos nem tivemos conflitos. No início, tínhamos, sim, uma torcida muito grande pelo sucesso do outro. Passados 11 anos de trabalho como colegas no JN, temos, hoje, o entrosamento profissional que caracteriza toda a equipe de editores. Quer dizer: questões não-profissionais ficam em casa.

IMPRENSA - Como é sua rotina como editor do jornal?

WB - Sou pai de três filhos e jornalista. Assim, acordo muito cedo, levo as crianças para a escola, leio os jornais e a internet, faço exercícios e duas vezes por semana comando a reunião matinal do JN. Nos outros 3 dias, isso é tarefa de outros integrantes da equipe: o editor-chefe adjunto Luís Fernando Ávila, o editor de política Vinícius Menezes e a editora de geral Angela Garambone. Na falta de qualquer um de nós (férias, por exemplo), o editor de geral Ricardo Pereira entra no circuito. Mesmo quando não comando a reunião matinal, estou disponível o tempo todo para consultas através de rádio, celular e e-mail. Como, aliás, estão o diretor da CGJ, Ali Kamel, e o Diretor Geral de Jornalismo e Esportes, Carlos Henrique Schroder. Minha presença na redação pode ir das 11h até o fim do JN, ou a partir das 14h da tarde. Às 14h30, temos uma reunião com os editores que acabaram de chegar, em que é apresentado o conteúdo planejado para aquela edição. Depois disso, reunião de pauta: a avaliação de ofertas de reportagens que serão produzidas para edições futuras. Aí vem todo o período de fechamento do JN e a apresentação.
 
IMPRENSA - O "Jornal Nacional", muitas vezes, é a única fonte de informação da população. Como você lida com a responsabilidade de fechar um telejornal diário que influencia a opinião de milhões de brasileiros?

WB - Com ética e responsabilidade. É a única forma de trabalhar no "Jornal Nacional".
 
IMPRENSA - Como você acredita que a relação entre telespectador e JN pode evoluir levando em consideração, principalmente, a possibilidade de interação da internet e a chegada da TV Digital?

WB - Já utilizamos a internet como instrumento de interatividade. Recebemos sugestões de reportagens e as executamos. Oferecemos ainda o conteúdo integral do JN a quem visita nossa página, além de conteúdo extra. Nossa página é uma das mais visitadas da Rede Globo.
 
IMPRENSA - Como é lidar e como você avalia as constantes críticas de que o JN apóia determinados grupos políticos, defende algumas ideias por meio de suas matérias?

WB - As críticas que partem de grupos antagônicos são a prova mais eloquente de nossa equidistância e de nossa isenção. Estranho seria se um produto jornalístico que trata de temas relevantes não motivasse queixas de algum dos lados. Felizmente, as críticas e os elogios nos chegam de todas as direções.
 
IMPRENSA - Você acredita na imparcialidade no jornalismo?

WB -
Sim, sem dúvida nenhuma. E é o que procuramos fazer no jornalismo da Globo. Apresentar os problemas, as opiniões divergentes, e permitir ao público que forme sua própria opinião diante das argumentações dos contrários. Não é nosso papel emitir opinião, mas fornecer informação objetiva para que cada um forme a sua. 
 
IMPRENSA - Você se emocionou ao noticiar a morte de Roberto Marinho. Sua relação com a emissora é muito mais do que profissional?

WB -
Sim. Entrei na Globo em 1986, aos 23 anos incompletos. Foi aqui que aprendi telejornalismo. Tenho orgulho de integrar esse time, tenho uma admiração imensa pela responsabilidade social da Globo, pelos princípios que norteiam a empresa e o jornalismo dela. Mas não foi por isso que me emocionei, naquela edição em que tratamos da morte do Dr. Roberto. O que me tocou foi o tom da mensagem dos filhos dele aos brasileiros. Era a renovação de um compromisso com o país e com os cidadãos - que Roberto Irineu, João Roberto e José Roberto Marinho fizeram questão de levar aos brasileiros num dia tão doloroso para eles. Eu li antes, achei que estava mesmo muito emocionante e temi perder o controle. Pedi para gravar aquele texto - e assim foi feito. Só que houve um problema com a "arte" que acompanharia a minha leitura gravada. Aí, o diretor Carlos Schroder me pediu, numa mensagem instantânea, durante a exibição do JN, que lesse o texto ao vivo. E assim foi. Quando eu estava bem perto de terminar a leitura da carta, sem voz embargada, sem tropeços, cheguei a pensar: "Consegui". E pronto. Todo o esforço acabou sendo inútil, porque me desconcentrei e acabei me envolvendo com a parte final do texto de maneira total. Foi isso que aconteceu.
 
IMPRENSA - Existe interferência editorial da direção na produção do programa?

WB - Existe o respeito a uma linha editorial, como em todo órgão sério de imprensa. E ela é bem simples: cobrir todos os fatos relevantes, com a máxima isenção, com correção e respeitando a pluralidade de idéias. Essa é a linha editorial.
 
IMPRENSA - O caso das eleições de 1989, no debate entre Collor e Lula, é emblemático e está presente em todas as discussões sobre liberdade de imprensa. Qual sua opinião em relação a esse caso?

WB -
O livro que celebrou os 35 anos do JN, em 2004, abordou profundamente esse assunto, mostrando depoimentos de todas as pessoas que se envolveram de alguma forma naquele episódio. Acho que é leitura obrigatória para qualquer pessoa que queira, de fato, entender o que se passou há 20 anos. O livro trouxe uma contribuição enorme para a história - até então eclipsada por teorias conspiratórias. Pessoalmente, acho que o erro do jornalismo da Globo, naquele episódio, foi acreditar que um debate entre candidatos, em sua dinâmica, poderia ser resumido. O aprendizado com 1989 serviu para que, nos debates realizados nas eleições posteriores, não houvesse edições compactas nos nossos telejornais. Mas já que a pergunta toca no assunto, gostaria de observar o seguinte: acho que não devemos jamais relativizar a importância da liberdade de imprensa para a nossa democracia. Utilizar um possível erro da imprensa para levantar obstáculos à sua liberdade é ação obscurantista que deve ser repelida por todos os jornalistas e por toda a sociedade

FONTE: 

http://portalimprensa.uol.com.br/revista/chamadas/2009/09/04/imprensa30613.shtml 

:: Postado por Ninha às 21h48
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Vídeo Show..!

Atendendo a pedidos

 

Milena esta aí o vídeo..!

Beijos

Fontes: http://video.globo.com/Videos/Player/Entretenimento/0,,GIM1117357-7822-CONFIRA+O+LANCAMENTO+DO+LIVRO+JORNAL+NACIONAL+MODO+DE+FAZER,00.html

:: Postado por Elinan às 18h06
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Fátima Bernardes: 'William me paquerava muito'

Presença bissexta na telinha fora do “Jornal Nacional”, Fátima Bernardes gravou o quadro “Papo X”, do “TV Xuxa”, que vai ao ar dia 19. Durante a entrevista, Xuxa conversou com Fátima sobre sua paixão – a dança. “Fiz alguns clipes para o 'Fantástico' como ‘Pro dia nascer feliz’, do Cazuza”. A apresentadora quis saber porque ela largou o balé e Fátima explicou: “Sou muito perfeccionista. Eu queria ser a melhor bailarina e sabia que não tinha o biotipo para isso”. E ela contou que passou um tempo em Nova York e chegou a danças nas ruas Nova Orleans. A jornalista, é claro, falou sobre o marido, William Bonner. “Ele conta que me paquerava muito antes de eu saber”, disse ela, que tem apenas um sonho: “Ver meus filhos grandes e independentes”. A família, aliás, chamou a atenção, na noite de quarta-feira, durante o lançamento do livro “Jornal Nacional, modo de fazer”, escrito por Bonner. Os fofuchos Vinícius, Beatriz e Laura prestigiaram o pai famoso.

Fonte:http://extra.globo.com/lazer/retratosDaVida/#220010

Beeijos a todos..!

:: Postado por Elinan às 11h50
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mais fotos do lançamento do livro do william :D




























Link:http://revistaquem.globo.com/Revista/Quem/0,,GF74693-17290,00.html#fotogaleria=1
Link:
http://contigo.abril.com.br/noticia/william-bonner-fatima-bernardes-lancam-jornal-nacional-modo-fazer-496263.shtml?ft=4p
Link:http://ofuxico.terra.com.br/galeria/galeria/2009/09/03/william-bonner-lanca-livro-sobre-o-jornal-nacional-ao-lado-da-esposa-fatima-bernardes-no-rio-10157.htm

 

:: Postado por Lais às 17h35
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Lançamento.!

A rotina de Fátima Bernardes e de Willian Bonner foi mais corrida nesta quarta-feira, 2. Além de apresentar a edição do "Jornal Nacional", o casal de apresentadores foi responsável por lançar o livro comemorativo pelos 40 anos do jornalístico, "Jornal Nacional - Modo de Fazer", na livraria Argumento, no Leblon, Zona Sul do Rio.

“Não se trata de um manual com os critérios que aplicamos. Na verdade, é como se o leitor passasse um dia na redação. Escrevi o livro, mas estou representando uma equipe muito grande”, disse Bonner, que autografou o primeiro exemplar para o reitor da Pontifícia Universidade do Rio de Janeiro – local em que estudou -, Padre Jesus Hórtal. 

 

Fátima Bernardes aproveitou o evento para mostrar aos três filhos como são as situações nos bastidores das notícias:”Trouxe nossos filhos para que eles pudessem ver como é o trabalho dos pais. Muitas vezes deixamos de fazer coisas juntos por causa de compromissos profissionais. Por isso fizemos questão de traze-los aqui.”

Sobre a publicação assinada por William Bonner, a apresentadora comentou: “Essa é a oportunidade de mostrar o que fazemos de melhor. Trabalhamos em um produto coletivo e esse livro mostra praticamente o passo a passo de como fazemos o jornal”, disse ela, completando que não ajudou em nada no livro e que só fez o prefácio quando já estava tudo pronto.

 

Bonner abriu mão dos direitos sobre obra, que serão doados para a Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo: "Não havia razão para esse dinheiro ficar comigo por dois motivos. O primeiro é que o livro é uma obra feita com a ajuda de todos os envolvidos no 'JN'. Depois, acho de fundamental importância os investimetos filantrópicos nas universidades do Brasil. O trabalho vai ficar ainda mais  completo quando eu souber que essa verba está sendo bem aplicada", contou o jornalista.

 

Para a noite de autógrafos foram recebidos da editora cerca de 800 exemplares. Na primeira hora, de acordo com a admistração da livraria, mais de cem livros já aguardavam na imensa fila por uma dedicatória de William Bonner.

 

Vários jornalistas que já passaram pelo JN foram pessoalmente parabenizar Bonner pela iniciativa. Cid Moreira, que permaneceu no telejornal por vinte e sete anos, ficou emocionado com a publicação: "Todo mundo tem curiosidade de saber como o jornal é produzido, o que acontece nos bastidores e como é o trabalho para diariamente o brasileiro se mantenha bem informado. Sem maiores detalhes, o JN é o melhor do Brasil", disse.

:: Postado por Elinan às 12h19
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Fotos

Fonte: http://ego.globo.com/Gente/Noticias/0,,MUL1290676-9798,00-WILLIAM+BONNER+E+FATIMA+BERNARDES+LANCAM+LIVRO+DO+JORNAL+NACIONAL+NO+RIO.html

:: Postado por Elinan às 12h16
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O livro de Bonner

(Segunda parte da matéria que está no site da contigo)

Como é um dia típico na redação do Jornal Nacional, as reuniões de pauta, os casos engraçados, as histórias pessoais e profissionais, tudo isso está no livro Jornal Nacional - Modo de Fazer (Ed. Globo), que William Bonner lança nesta quarta-feira (2), na Livraria Argumento, no Leblon, Rio. O prefácio foi escrito pela mulher do autor, Fátima Bernardes, que garante não ter interferido em nada na obra. ''Quando li, já estava praticamente pronto. Não escolhi nem as minhas fotos'', conta. Bonner, que está no JN desde 1996, desmitifica a estrutura de produção e edição do telejornal e joga uma questão para o leitor: ''O JN faz sucesso porque está há 40 anos no ar? Ou completa 40 anos porque faz sucesso?''

Fotos:

William em sua sala.


Fátima na redação!

 

Gente é o seguinte se sair algo diferente na revista eu posto!

 

Beijos

:: Postado por Elinan às 13h20
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A Fátima que você não vê!

Para comemorar os 40 anos do Jornal Nacional, da Rede Globo, completados na terça-feira (10), Fátima Bernardes, 46, lançou mão de sua vaidade e foi para o salão Studio Platine, no Rio de Janeiro, mudar o corte de cabelo. Lá, ela falou com exclusividade a CONTIGO! e revelou detalhes de sua vida ao lado do marido, William Bonner, 45, com quem está casada há quase 20 anos e com quem divide a bancada do JN. Fátima, como boa mãezona, também falou dos trigêmeos Laura, Beatriz e Vinícius, que têm 11 anos, praticamente o mesmo tempo que ela tem de apresentadora do telejornal de maior audiência no Brasil.

Você e William discutem muito o JN em casa?
Neste período, acho que a gente não está falando sobre outra coisa. Nós e toda a equipe, todo dia, temos uma reuniãozinha extra, temos muito detalhezinho para conversar. Mas, quando a gente chega em casa e encontra as crianças, muda logo o assunto. Elas querem contar coisas da escola, a nota que tiraram, temos de colocar elas para dormir...

Vocês já brigaram em reunião de pauta?
Já discutimos em reunião de pauta, sim. Às vezes fico contra ele, às vezes estou com ele. Mas as nossas reuniões parecem um show. William é bagunceiro com todo mundo, imita a voz das pessoas com perfeição. Quem o conhece sabe. Ele é bom chefe, mas é exigente.

Como é a intimidade no trabalho? Dá para dar um beijinho na bancada antes de começar o jornal?
Não! Quando tem câmera por perto, não rola nada, nunca. William é mais liberal nisso, eu sou mais fria, mais reservada, sou mais durona do que ele. William chora até vendo Doze é Demais, aquele filme com o Steve Martin. Eu chego, dou só um oi geral e muitas vezes nem consigo tomar um café com ele. A gente chega ao cúmulo de ir em dois carros separados para o jornal, porque geralmente ele vai mais cedo e sai mais tarde.

Teve receio de dividir a bancada com o William?
A primeira vez que dividimos a bancada foi em julho de 1989, no Jornal da Globo, e a gente nem se conhecia direito. Começamos a namorar em novembro daquele ano. E, três meses depois, casamos. Quando aconteceu a sucessão do JN, fiquei na dúvida se ia acontecer de não pensarem em mim porque William era meu marido. Mas acho que fui avaliada profissionalmente.

Vocês têm alguma concessão por serem marido e mulher?
Não. Todas as nossas negociações de trabalho são separadas. A única coisa que nós pedimos é para tirar férias juntos, é a única concessão. E também é legal não trabalharmos aos sábados.

Qual foi o seu pior momento no Jornal Nacional?
Foi uma vez que falhou o equipamento todo, ao vivo. Tenho um monitor na minha frente, vi que a gente estava no ar, mas não tinha som. Fiquei muda, não tinha o que fazer. Acho que foram os piores 15 segundos da minha vida.

Pior do que ter se sentido mal, com labirintite?
Ali foi a coisa mais inusitada que me aconteceu. Nunca espirrei, nunca bocejei, nunca tive soluço no ar. Mas tive uma crise de labirintite. Parecia que o mundo estava rodando muito devagar, fui rateando e deitei na mesa. Não dei conta. A gente sempre trabalha no limite, mas nunca imaginei que pudesse acontecer aquilo comigo, senão teria pedido substituição antes. Depois da escova japonesa, foi o meu segundo trauma (risos).

E como está a saúde agora?
Tive de fazer 500 exames. Voltei a ter umas crises depois, mas não tenho nada do início deste ano para cá. Está tudo normal comigo, graças a Deus.

Seus filhos assistem ao Jornal Nacional?
Veem, mas sem obrigatoriedade. É o horário que geralmente estão jantando, mas não é todo dia. Eles perguntam, tiram dúvidas e já foram muitas vezes à Globo, ver de lá.

Algum deles já demonstrou interesse em ser jornalista?
Uma vez, o Vinícius foi comigo à Globo, eu estava escrevendo uma notícia e ele falou: ''Mãe, você não diz que escreve para todo mundo entender? Não conseguiu''. Foi muito engraçado, bonitinho. Ele me chamou a atenção para uma coisa e eu até mudei o texto. Ele é atento. Mas nenhum deles disse para mim que vai ser jornalista. A gente brinca que a Laura deveria ser escritora. Ela escreve umas histórias muito legais.

Você vai para a próxima copa?
Estou animada em pensar que no ano que vem tem copa. Vou ficar muito feliz se tiver de ir, porque é muito bom, você se renova no trato direto com as pessoas na rua, e o que mais gosto de fazer é isso. Estou esperando. A gente não é da equipe do Dunga, mas fica todo mundo ansioso por essa convocação, você não faz ideia!

:: Postado por Elinan às 13h12
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Fotos da matéria da contigo!

Valeu Jussania pela dica Piscadela

Fonte: http://contigo.abril.com.br/entrevista/fatima-bernardes-william-bonner-jornal-nacional-495773.shtml

:: Postado por Elinan às 13h08
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Equipe do JN celebra os 40 anos com bolo na redação

Ao longo desta semana, o Jornal Nacional comemora os 40 anos de sua entrada no ar. A segunda-feira foi marcada pela estreia do novo cenário, mais moderno, mais interativo com as reportagens. Mas foi na terça-feira, às 20h, que o principal telejornal do país completou 40 anos. Depois da apresentação do jornal, a equipe reponsável por colocar o JN no ar teve a chance de comemorar, com um bolo especial, dentro da sede da TV Globo Rio, no Jardim Botânico. Pessoas que já fizeram parte da equipe e que ficarão marcadas na história do JN também compareceram.

O bolo feito especialmente para a comemoração dos 40 anos trouxe a marca já modernizada do JN.

Os atuais apresentadores, William Bonner e Fátima Bernardes, não poderiam faltar à festa.

Cid Moreira, que esteve na primeira edição do JN, apagou as velinhas.

Fátima Bernardes corta o bolo junto com Alice Maria, diretora de Desenvolvimento e Programas Especiais.

A festa foi marcada pelo encontro de gerações do JN, com o assistente de produção José Assis, há décadas no JN,

com a dupla Sérgio Chapelin e Cid Moreira, e com o apresentador Bonner.

O encontro contou com Cid Moreira, a diretora Alice Maria, William Bonner, a repórter Sandra Passarinho,

o diretor da Central Globo de Jornalismo Ali Kamel ao lado de Fátima Bernardes

e com o diretor geral de Jornalismo e Esporte da Globo, Carlos Henrique Schroder.

O pessoal que trabalha nos bastidores do JN também compareceu à comemoração!

Comentem galera.! Bem humorado

Fonte: http://especiais.jornalnacional.globo.com/jnespecial/

Espero que mais a noite eu tenha fotos do lançameno do livro dele para postar..!

Beeijos.!

 

:: Postado por Elinan às 09h51
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