Fátima Bernardes passeia com os filhos em shopping carioca
Fátima Bernandes foi fotografada passeando com os trigêmeos Laura, Beatriz e Vinícius nesta terça-feira (15). A jornalista circulou com os filhos e alguns amigos das cranças pelo Shopping da Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro.
Na ocasião, a apresentadora do "Jornal Nacional" aproveitou para fazer compras. Fátima foi fotografada olhando peças em uma loja de maiôs e biquínis.
Há seis anos, a força do olhar e a voz forte de William Bonnersão a marca do Jornal Nacional. Mas foi só no ano passado que ele se tornou um dos nomes mais famosos do país. Desde a cobertura da Copa do Mundo e das eleições presidenciais, esse paulistano de 39 anos tem visto crescer o assédio ao seu redor. Bonner não consegue sair de casa sem que apareçam fãs pedindo autógrafos e conselhos. Não é raro ser questionado num restaurante por alguém que está em dúvida sobre onde aplicar dinheiro. Muitos perguntam se ele acredita que o novo governo dará certo e se haverá outro apagão. Ancorando o jornal de maior audiência da Rede Globo, Bonner virou personagem freqüente na vida de inúmeros brasileiros. Como se não bastasse o triunfo da confiabilidade, é bonito, charmoso, bem-sucedido, quase um pop star, por quem as mulheres suspiram. Completa o perfil de Bonner um casamento – que parece perfeito – com a colega de bancada, a jornalista Fátima Bernardes, 40 anos, com quem tem os trigêmeos Vinícius, Laura e Beatriz, 5 anos. No Rio de Janeiro, cidade onde mora, William Bonemer Júnior (seu nome real) deixou de lado a postura séria que mantém na TV e, numa entrevista descontraída, revelou que sentiu vergonha de aparecer de sunga numa revista, contou como lida com a TPM de Fátima e como se levantou de um tombo profissional.
Claudia – Na cobertura das eleições presidenciais, você criou um novo padrão entrevistando os candidatos com firmeza e isenção. Essa postura ajudou a redimir a Globo, que nas eleições de 1989 foi acusada de ajudar Collor a derrotar Lula. Que comentários faz sobre isso?
William Bonner – A democracia se consolidou, estamos todos mais maduros. Qualquer comparação da cobertura de hoje com a de 1989 é injusta. O Lula já admitiu que não perdeu a eleição por causa da Globo. Mas é claro que tivemos preocupações com o espaço dado a cada candidato. "Quem entra primeiro no noticiário?", "Quem lidera a pesquisa do dia?", "Quem é a notícia mais importante?". Essas perguntas estiveram presentes o tempo todo. Ficamos neuróticos com esse tipo de cuidado para não privilegiar ninguém.
Claudia – A tensão nos debates que mediou era grande. Você ficou com medo de deslizar em algum momento?
William Bonner – Estava preparado, mas sabia que, se cometesse um erro, o mundo cairia sobre a minha cabeça. Era a história acontecendo na minha frente… Sabe lá o que é comandar um debate no qual a imprensa e o país inteiro estavam sintonizados? Eu pensava: "Ai, meu Deus, estou no meio da tensão…". Enquanto Lula e Serra se digladiavam, procurava pela Fátima entre os convidados. Queria saber se ela me olhava. Os candidatos se pegando, eu precisando prestar atenção no que diziam e também no ponto eletrônico, mas, no fundo, pretendia dar uma piscadinha de cumplicidade a ela, que, mais do que ninguém, sabia o que significava para mim estar ali.
Claudia – E o que significava mediar aquele debate?
William Bonner – Foi um longo e doloroso processo. Até 1992, eu era o mais promissor talento da área de apresentação da Globo. Desenhavam para o meu futuro o Jornal Nacional, o que produziu em meu ego um efeito, digamos, devastador. Eu me sentia o máximo. Acreditava, piamente, que era insubstituível. A chefia não gostou e resolveu cortar minhas asinhas. Caí do 15ª andar para o subsolo
Claudia – Colocaram você na geladeira, então?
William Bonner– Estava no Jornal na Globo e substituía os âncoras do Jornal Nacional. A primeira providência da chefia foi me tirar do JN. A segunda, me cortar dos eventos importantes do ano. Foi terrível porque teve a Eco 92, as Olimpíadas de Barcelona e as eleições. Para completar, a Fátima virou a estrela dessas coberturas. Era eu na lama e ela lá no Olimpo.
Claudia – Foi difícil conviver com o sucesso dela?
William Bonner– Foi. Não por um sentimento mesquinho – que não tenho, em relação a ela -, mas por depressão. Fiquei mal. O Faustão, que é nosso amigo, sugeriu que fôssemos relaxar na Disney. Quando estávamos lá, passou o furacão Andrew. Fátima trabalhou na cobertura e eu virei motorista da equipe de reportagem, carreguei câmera, ajudei nos bastidores apurando informações. Foi muito legal, voltei renovado.
Claudia – Você tomou uma lição de humildade?
William Bonner– Purguei minhas culpas. Aprendi a elogiar e a fugir de tititi. As coisas só voltaram ao normal quando a chefia notou que eu tinha mudado.
Claudia – Você emplacou um novo formato no Jornal Nacional, com entrevistas na bancada. Como você conseguiu isso?
William Bonner– O jornal tem 33 anos e é meio mítico. Como editor-chefe, preservo a liturgia do JN. Coloquei entrevistas no estúdio ao provar que isso não descaracterizava o jornal. Levei o craque Ronaldinho. Foi tão emocionante que quis convidar o Felipão (Luiz Felipe Scolari, ex técnico da seleção brasileira). Como ele não podia, pensei em outro nome, mas o Carlos Henrique Schroder (diretor da Central Globo de Jornalismo) disse: "É o Felipão ou ninguém.". Ele tinha razão. Aquela bancada não é para qualquer um. Outra exceção foi aberta para o presidente Lula.
Claudia – Você nunca foi repórter e fez carreira como editor. Como chegou lá?
William Bonner– Podia ter dado errado, porque não trilhei o caminho natural. Como apresentador, aprendi a apurar notícias e a editar. Mas pensava em fazer outra coisa quando estudava comunicação social da USP e trabalhava como redator de publicidade. No primeiro ano, porém, o diretor da Rádio USP me chamou para ser locutor. Depois pintou uma vaga na Rede Bandeirantes e, em 1986, o convite da Globo.
Claudia – Você sempre teve essa voz forte, impostada?
William Bonner– Não, desafinei pra caramba na adolescência. Eu atendia o telefone e pensavam que era a minha mãe. Aos 18 anos é que a voz foi chegando a esse padrão, mas era metálica e nasalada, sem técnica.
Claudia – É verdade que tem dotes de imitador?
William Bonner– Tenho muita facilidade. Uma vez o pessoal da Globo me gravou imitando o Clodovil. Faustão sempre pede para eu fazer de novo. No ensaio do debate, virou festa: eu imitava o Lula, depois o Serra…falava o texto característico de cada um deles.
Claudia – Qual foi a sensação de substituir o Cid Moreira, um campeão de popularidade no JN?
William Bonner– Prefiro ser tido como sucessor do Cid. Ele é insubstituível, mestre, ícone. Foi duro ocupar aquela cadeira. O público não queria mudanças. As pesquisas confirmavam que ele e o Sérgio Chapelin eram superqueridos. Mas a direção entendeu que o jornal deveria ter outro perfil, no qual o processo, da apuração à apresentação, fosse tocado por jornalistas.
Claudia – Você ficou famoso. Como lida com os fotógrafos que o perseguiam até nas férias?
William Bonner – Eu e a Fátima nos preservamos, mas as coisas estão ficando fora de controle. Acho que caímos na vala das celebridades descartáveis. A Copa do Mundo e as eleições nos colocaram em evidência. Ainda bem que a fama é efêmera e vai passar.
Claudia – Incomoda aparecer com a mulher na capa da Contigo! com roupas de praia?
William Bonner – Aquilo me deu tanta vergonha…me pegaram nas férias, com uma barriga imensa, de sunguinha…Uma semana antes estava em forma, correndo 12 quilômetros por dia. Outro desconforto vivemos com as crianças no Hopi Hari (parque temático em Campinas, SP). O assédio era tamanho que colocaram seguranças para nos escoltar. Não demos autógrafos, era gente demais. Passei mal, foi horrível.
Claudia– O Brasil inteiro falou sobre o cabelo da Fátima. Você é contra o alisamento japonês ou a favor?
William Bonner – Ela deveria ter pedido dois dias de folga, mas preferiu trabalhar logo em seguida com o cabelo ainda muito lambido. Todo mundo percebeu. Mas eu adoro o cabelo dela, não importa se está curto, liso, longo ou desgrenhado, como na Copa…Ela fica linda de qualquer jeito.
Claudia – Como é chefiar a própria mulher?
William Bonner– No início, ela ficava irritada, emburradinha, não sabia perder uma discussão para o editor-chefe William Bonner. Conversamos muito sobre isso e hoje está tranqüila. É claro que nos dias de TPM a coisa complica um pouco (risos).
Claudia – Como lida com a TPM dela?
William Bonner– Não há exatamente um método. De cinco anos para cá – sim, porque a TPM piorou depois do nascimento dos filhos – tenho passado, todo mês, por uma sensação renovada de desespero, pânico e alívio ao perceber que aquela irritação era apenas uma questão hormonal…o amor está lá, intacto.
Claudia – Casado há 13 anos, você continua apaixonado?
William Bonner– Desde que me apaixonei por ela, não me desapaixonei. Fátima é virginiana pura; eu, Escorpião com ascendente em Virgem. Ou seja: tudo que me encanta e me irrita em uma virginiana está lá.
Claudia – Durante a Copa, vocês deixaram transparecer intimidades de casal. Por que permitiram a emoção no vídeo?
William Bonner– O que fiz foi brincar com essa coisa de "ó, como vocês forma um casal lindo". Mas, quando eu perguntava: "Onde está você, Fátima Bernardes?", não era à toa. A seleção mudava de cidade e o público precisava saber aonde os jogadores estavam.
Claudia – Você sabe lidar com os filhos? Ajuda em casa?
William Bonner– Tenho que admitir: é muito comovente ter por perto uma mãe absorvente, que assume tudo. Fátima é a verdadeira galinha com os pintinhos. Na Copa parei de trabalhar de manhã e assumi o horário que a mãe tem com eles. Foi legal, as crianças estabeleceram comigo uma cumplicidade que não tinham.
Claudia – Você não vê problemas em contar que adotou a inseminação artificial para ter os trigêmeos?
William Bonner– Não. Ficamos frustrados por não ter filhos normalmente e achamos importante falar até do preço: pagamos 14 mil dólares em duas tentativas.
Claudia – A contagem baixa de espermatozóides é, de forma errada, associada à perda de masculinidade. Você não teve medo desse preconceito?
William Bonner– Quando o médico disse que minha contagem era de 200 mil, me entusiasmei. Afinal, era duas vezes a lotação do Maracanã. Aí ele informou que o ideal seria 60 milhões. Então fizemos como tinha que ser. É bom falar sobre o assunto, até para as pessoas virem que não tem nada com a masculinidade.
Claudia – Qual foi a maior saia justa da sua vida?
William Bonner– Estava gravando a escalada ( conjunto de manchetes que vão ao ar no início do jornal) e soube que a primeira reportagem não ficaria pronta para abrir o JN. Aquilo me deu um desespero…comecei a rir de forma histérica e depois chorar compulsivamente. A Fátima, preocupada, mostrava o relógio. O maquiador tentava secar meu rosto. Eu chorava feito criança. De repente, pensei no desemprego e nos meus filhos sem ter o que comer…Segurei o choro. Foi um dos momentos mais dramáticos da minha carreira.
Claudia – Você parece tranqüilo. Não é?
William Bonner– Viver uma situação-limite, que vai do riso ao choro minutos antes de o jornal entrar no ar, mostra que não sou um poço de tranqüilidade e que o JN é um caça sobre baterias antiaéreas, que mandam chumbo. Não existe edição tranqüila, eu é que engano direitinho. Estou sempre nervoso. Saio com os ombros doidos e não tenho cabelos brancos à toa.
Claudia – O que faz para relaxar?
William Bonner– Tomava duas taças de vinho a noite, mas não é legal. Não consigo ter a contrapartida, que seria correr todo dia. Odeio ginástica. De vez em quando me rendo: é bom fortalecer a musculatura.
Claudia – Quais são seus planos profissionais?
William Bonner– Minha carreira poderia parar em 2002, de tão sensacional que o ano foi. Cheguei a dizer que pediria demissão se ganhasse o Emmy (o Oscar da TV, ao qual concorreu pela cobertura dos atentados de 11 de setembro). O que poderia fazer depois disso? Ia dar uma de Pelé: pendurar as chuteiras e sair por cima. Mas não ganhei, vou tentar na próxima…
Fátima Bernardes e William Bonner fazem programa a dois!
Fátima Bernardes e William Bonner aproveitaram o sábado de folga da apresentação do Jornal Nacional, da Globo, para fazerem um passeio a dois. Eles foram ao shopping Fashion Mall, em São Conrado, zona sul do Rio, assistir a uma peça. A jornalista estava de vestidinho e sandálias, enquanto o marido, mais formal, de camisa, calça e sapatos sociais.
Atendendo a pedidos da Joelma, vu postar uma matéria do casal a resportagem de OFuxico.
Fátima Bernardes é do signo de Virgem e, como tal, se diz uma mulher organizada, falante e que adora bater perna. William Bonner é de Escorpião e atribui à astrologia seu lado desorganizado, introspectivo e que gosta de ficar quieto num canto. O amor à primeira vista falou mais alto e, três meses depois de estarem namorando, eles já moravam juntos. A união do simpático casal, que todas as noites entra nos lares brasileiros através do Jornal Nacional, já dura 15 anos e comemora bodas de Cristal. Em seu relato, durante conversa com a reportagem de OFuxico, os dois mostram que os opostos realmente se atraem.
“Conheci a Fátima no corredor da Globo e, naquele momento, percebi um sorriso total nela. Descobri que nunca mais poderia viver sem aquele sorriso. Foi amor à primeira vista. O sorriso dela não saía da minha frente. Mas, para ter coragem de me declarar a ela, precisei tomar umas cervejinhas com o Paulo Ubiratan (diretor de novelas, já morto) e a Valéria Monteiro, que era mulher dele e minha companheira de bancada no Jornal da Globo. Até porque, nessa época, minha fama de namorador, que tinha trazido de São Paulo, andava em alta”, conta o jornalista, com a concordância da mulher, num intervalo do talk-show Jogando Conversa Dentro, conduzido por Scarlet Moon, no último fim de semana, no Rio.
Da fase de namoro até “juntarem os trapinhos”– como brincam –, passaram-se apenas três meses. É dessa época que Fátima relembra a impressão que teve ao ir pela primeira vez ao apart-hotel onde William residia, assim que chegou ao Rio de Janeiro, vindo de São Paulo.
“Na mesa da sala tinha um cinzeiro cheio de moedas e uma pilha de roupas, no quarto. Pensei no ato: vou ter que botar esse cara na linha, para poder ficar com ele. Foi o meu lado de virginiana, falando mais alto”, diz Fátima, sorrindo.
William Bonner devolveu com a mesma moeda a confidência relatada pela sua mulher e admitiu que o signo de Fátima falou mais alto que o dele.
“Em fevereiro de 1990, fomos morar juntos. Em fevereiro de 91, trocamos alianças em Paris. Mas quase não consegui, porque a Fátima, além de falar pelos cotovelos, é uma pessoa muito ativa, que não fica parada num lugar. Lá em Paris, ela só queria saber de bater perna. Só conseguimos nos casar (no sentido de assumir a união com esse conceito)num restaurante, durante um jantar. Já havia percebido que era só nesse momento que ela dava uma relaxada”.
Essas pequenas diferenças foram superadas. William e Fátima descobriram identidades, mantêm um casamento sólido e são pais dos trigêmeos Vinícius, Laura e Beatriz, que vão completar oito anos. Uma das maiores identidades do casal, que apresenta o Jornal Nacional desde 1998, é o romantismo, sempre relacionado a uma data marcante na vida afetiva dos dois.
“Começamos a namorar num dia 12 de junho. Por isso, até hoje não deixamos essa data em que se comemora o Dia dos Namorados passar em branco”, conclui Fátima.
Ps.: Tenho mais matérias para postar, mas só terei disponibilidade para isso semana que vem!
Nesta quarta-feira, 4, os apresentadores do "Jornal Nacional" William Bonner e Fátima Bernardes foram ao show do grupo As Chicas. A banda apresentou músicas do CD e DVD "Em Tempo de Crise Nasce a Canção" no teatro Oi Casagrande, no Leblon, Zona Sul do Rio. Luigi Barricelli também marcou presença com a mulher Andréia.
Acredito, que vai sair mais fotos até o fim do dia, portanto posto aos poucos!
Ps.: Se alguem tiver alguma foto diferente é só deixar no comentário que alguem posta ok?
Ontem (3/11/2009), William Bonner, 45 anos, e Fátima Bernardes, 47, prestigiaram o amigo Edney Silvestre durante o lançamento do livro Se Eu Fechar os Olhos Agora, na Livraria da Travessa do Shopping Leblon, Zona Sul carioca. Ao ver o amigo, o autor pediu para que William abrisse o champanhe em comemoração ao encontro. ''Fátima, cadê sua taça?'', disse Bonner. ''Eu nunca bebo. E vou dirigir'', respondeu a apresentadora. ''Quem vai dirigir sou eu'', esclareceu o marido, que serviu os convidados e sequer experimentou o espumante.
Fátima e William também falaram da amizade com Edney Silvestre e da participação dos dois na finalização do romance Se Eu Fechar os Olhos Agora. “Ficamos muito orgulhosos de ver, por exemplo, a capa do livro antes de ser publicado. ''Teria de ter a metade da sensibilidade dele para passar por esse estresse que é a publicação de um livro, porque é um filho mesmo que está nascendo”, contou Fátima. “Não tenho a menor competência para escrever um romance. O [livro] do Jornal Nacional já foi extremamente desafiador, mesmo eu lidando com temas do meu dia a dia. Imagina criar uma história e submetê-la à crítica, ao público. Tem que ter uma coragem enorme. Não é minha área’’, emendou William.
William Bonner e Fátima Bernardes vão a lançamento de livro de Edney Silvestre
Os apresentadores do "Jornal Nacional", William Bonner e Fátima Bernades, foram prestigiar o lançamento do livro do colega de profissão, o jornalista Edney Silvestre. Nesta terça-feira, 3, a sessão de autógrafos de “Se eu fechar os olhos agora” reuniu famosos em uma livraria do shopping Leblon, Zona Sul do Rio. Cissa Guimarães, Glória Perez, Marina Lima marcaram presença. Thiago Lacerda, que foi acompanhado da mulher Vanessa Lóes, fez a leitura de um trecho da obra.
Jornal Nacional - Rede Globo – 30.163 Votos Jornal da Globo - Rede Globo – 12.069 Votos Jornal da Band - Rede Bandeirantes – 4.215 Votos Jornal da Record - Rede Record – 4.079 Votos SBT Brasil - SBT – 2.392 Votos
Total de Votos Válidos nessa categoria: 52.918 Votos válidos
Melhor Apresentação de Telejornal
Willian Bonner e Fátima Bernardes - Jornal Nacional – 28.340 Votos William Waack e Christiane Pelajo - Jornal da Globo – 6.945 Votos Ricardo Boechat, Ticiana Villas Boas e Joelmir Beting - Jornal da Band – 4.008 Votos Celso Freitas e Ana Paula Padrão - Jornal da Record – 3.398 Votos Carlos Nascimento e Caryn Bravo - SBT Brasil – 2.994 Votos
Total de Votos Válidos nessa categoria: 45.685 Votos válidos
Postei só a parte que interessa ao tema do blog, se quiserem conferir o resultado completo,acessem:
Gente é o seguinte: está no ar a votação para po Prêmio Qualidade Brasil! Só que só pode um voto por IP (ou seja, cada um poderá votar uma vez só por PC) não deixem de votar:
Link:
http://www.premioartequalidade.org.br/?pg=votar_3
Vamos lá galera todo mundo votando em?
Melhor telejornal: Jornal Nacional
Melhores apresentadores: William Bonner e Fátima Bernardes